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O tênis de mesa pede passagem


Ontem, 21/02, o artigo de Humberto Schmidt, membro da diretoria da Federação de Tênis de Mesa do RS foi publicado na Zero Hora, principal jornal gaúcho. O texto apresenta os benefícios obtidos com a prática do tênis de mesa, além de informações sobre o esporte no cenário gaúcho e brasileiro e foi escolhido para fazer parte da coluna "DE FORA DA ÁREA", nas páginas 42 e 43 da edição de ontem. Para serem aceitos, os artigos devem ter 2.300 caracteres, contando com os espaços e passar por avaliação da Editoria de Esporte.

Abaixo segue o texto, que também pode ser acessado no link: http://zh.clicrbs.com.br/rs/esportes/noticia/2017/02/humberto-schmidt-o-tenis-de-mesa-pede-passagem-9726365.html

O TÊNIS DE MESA PEDE PASSAGEM

Aos 10 anos ganhei uma mesa de tênis de mesa de presente de minha mãe. Comecei a jogar com meu pai, que foi campeão de pingue-pongue na juventude. Dois anos depois, em 2004, comecei a treinar e, desde então não parei. Me apaixonei por esse esporte que é democrático, não requer biotipo específico e pode ser praticado em qualquer idade em alto nível técnico.

Nessa modalidade olímpica, o atleta usa o raciocínio em maior proporção que o condicionamento físico. Por conta disso o tênis de mesa já foi chamado de “xadrez aeróbico”. Entre os benefícios advindos da prática, temos o desenvolvimento dos reflexos e coordenação motora, a queima de calorias, e o melhor de todos os benefícios: as amizades novas. No cenário de competições, notamos um clima de respeito e cordialidade. É claro que todas as equipes querem sair vitoriosas, existindo a rivalidade, mas todos fazem parte de uma família e trabalham em conjunto para o crescimento do esporte em nosso Estado. Atualmente mais de 100 atletas espalhados pelo Rio Grande do Sul.

Em função do crescimento, são vários títulos de atletas das mais diversas categorias em competições nacionais e até mesmo internacionais, frutos de um trabalho árduo. O crescimento nacional é grande, pois é uma modalidade que serve tanto para recreação como também para alto rendimento. O fato de não haver traumas durante a partida é um ponto positivo que soma na opção de tantos adeptos.

Hoje, o grande nome no país é o de Hugo Calderano, jovem de 20 anos que ocupa o 17º. lugar no ranking mundial individual e que, ao lado de Gustavo Tsuboi está no top 5 do ranking de duplas. Devido à perfomance de Hugo durante o ano passado, quando foi muito bem na Rio 2016 e ainda faturou mais alguns títulos no circuito mundial, o tênis de mesa alcançou maior visibilidade na mídia, passou a ser divulgado em redes sociais, sites, revistas, programas de tv e internet.

Hugo é um ídolo nacional, um cara gente boa, humilde e determinado, características visíveis de um típico mesatenista. Este é um esporte belo, que coloca o praticante no caminho do jogo limpo, do respeito e honestidade e que através de Hugo e deste texto pede seu lugar ao sol num Estado em que às vezes parece que existe apenas o futebol.


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